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quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Santo do dia - 24 de outubro de 2018

Festa de Santo Antônio Maria Claret (24 de outubro de 2018)




Festa de S. Antônio Maria Claret 
24 de outubro de 2018 
A celebração da festa de Santo Antônio Maria Claret nos convida a contemplar como nosso Fundador viveu fielmente sua vocação em meio às revoluções e confusões ideológicas que afetaram o tecido social e a vida aflita do povo no século XIX. Morreu no exílio em 24 de outubro de 1870 em total disponibilidade para o Senhor a quem amou, louvou e proclamou.
A Igreja de nosso tempo passou pela dor da purificação e da transformação no contexto das notícias recorrentes de vários escândalos, uma ferida infeccionada no corpo místico de Cristo. Sua erupção na arena pública, nossa consciência da dor das vítimas e a desilusão dos fiéis estão convidando toda a Igreja, apesar de toda dor que nos causa, ao caminho da purificação e da renovação. Os homens sábios dizem: “Se você se mantiver de pé, não tenha medo de uma sombra torcida”.
A purificação e renovação da Igreja são um trabalho interno de transformação que permite às pessoas e estruturas na Igreja converter-se em testemunhas radiantes do amor de Cristo. O Papa Francisco, através de suas palavras e ações, convida toda a Igreja a ser testemunha da alegria do Evangelho. Recentemente, quando certas pessoas pressionaram o Papa sobre as críticas dos meios de comunicação com alegações de dissimulação de escândalos, eu escrevi uma nota ao Pontífice em 4 de setembro de 2018, em nome de nossa Congregação, expressando nossa plena comunhão com ele e nosso profundo afeto por sua pessoa. Naquela carta lhe assegurei que a resposta claretiana aos desafios de nosso tempo é viver nossa vida e missão com alegria e amor de Deus. Imagino que nosso Padre Fundador quisesse que respondêssemos assim. 
Nós necessitamos de um tríplice enfoque para oferecer à nossa Congregação uma presença missionária dinâmica e autêntica na Igreja e no mundo: 
1. Presença: Seguindo o exemplo de nosso Fundador, a primeira condição de um missionário é estar em comunhão constante com o Senhor, “estar com Ele e ser enviado” (Mc 3,13) em missão às periferias. Somente quando formos transformados pela presença do Senhor, nos converteremos em uma presença transformadora para os demais. Necessitamos assumir a “dor do Bom Pastor”, habitando Nele, quando queremos ser “pastores com a dor das ovelhas”. Preocupam-me os missionários que passam pouco tempo com o Senhor em oração, ainda que realizem muitas atividades. Estas se convertem em compromissos apostólicos somente quando fluírem de um coração movido pelo amor de Deus para com seu povo. Nossa presença começa com nossos próprios irmãos em comunidade e, juntamente com eles, se estende àqueles aos quais somos enviados a servir. Há algo inerentemente errado quando um claretiano não é uma presença transformadora no lugar onde vive. 
2. Proclamação: Nosso Fundador proclamou o Evangelho através de diversos meios utilizando diferentes plataformas. É o impulso de nossa própria identidade missionária. Como São Paulo, nosso coração deveria sussurrar: “Ai de mim se não pregar o Evangelho!” (1Cor 9,6). Um claretiano professo é como uma vela acesa que não pode deixar de irradiar sua luz. 
3. Prática: O desafio de nosso tempo é viver nosso chamado com autenticidade e transparência em meio aos escândalos e valores contraculturais predominantes. A força de nosso Fundador era sua prática do que pregava. A clareza dos valores vocacionais é importante, mas não suficiente. “Falar muito e não chegar a parte alguma é o mesmo que subir em uma árvore para pegar um peixe”, diz um provérbio chinês. O Evangelho não é vivido em ideias, mas em relacionamentos autênticos, escolhas, decisões e comportamentos. Devemos ousar-nos para dar vida à palavra através das ações. Portanto, “prática, prática e prática…” é o grito da Palavra de Deus para encarnar e o desejo do povo de contemplar sua glória. 
A memória de nosso Fundador nos convida a retornar à simplicidade e à alegria do Evangelho para que sejam as marcas de nossa vida cotidiana. Unimos nossos corações com o Papa “para fazer germinar sonhos, suscitar profecias e visões, fazer florescer esperanças, estimular a confiança, enfaixar feridas, tecer relações, ressuscitar uma aurora de esperança, aprender uns com os outros, e criar um imaginário positivo que ilumine as mentes, inflame os corações, dê força às mãos, e inspire aos jovens a visão de um futuro pleno da alegria do Evangelho” (Papa Francisco, discurso de abertura do Sínodo dos Bispos sobre os Jovens, a Fé e o Discernimento Vocacional, 5 de outubro de 2018). 
Feliz Festa de nosso Padre Fundador. 
Pe. Mathew Vattamattam, CMF
Superior Geral 
Roma, 24 de outubro de 2018
Fonte: http://claret.org.br




Pinhais FM 98,3




sexta-feira, 27 de abril de 2018

Santa Zita, padroeira das empregadas do lar

Santa Zita consagrou-se inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples


Com muito carinho e devoção lembramos – neste dia – da

santidade de vida de Santa Zita, padroeira das empregadas do lar.

Nascida em Lucca (Itália), no ano de 1218, em uma família pobre e

camponesa, mas que soube comunicar a ela a riqueza da vida em Deus.

Como simples empregada, sem estudos e cultura, Zita consagrou-se

inteiramente ao Senhor, sem deixar sua vida simples. O segredo da espiritualidade desta santa era

muito concreto, pois consistia em se questionar se esta ou aquela atitude agradava ou não ao Senhor.

Desta forma, abriu-se para a santificação de Deus.

Santa Zita, com vinte anos, foi trabalhar numa família nobre e lá, não deixou de participar em todas

as manhãs da Santa Missa na comunidade. Ela ajudava aos pobres e visitava os doentes nos tempos

de folga, desta forma conquistou a admiração dos patrões. Conquistou também muitos corações para

o Senhor e, merecidamente, o Céu.



Santa Zita, rogai por nós!







fonte: santo.cancaonova .com

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Santo do Dia




São Marcos Evangelista, fez um lindo trabalho missionário

São Marcos Evangelista, ficou conhecido por ter sido agraciado com o carisma da vivência comunitária

Celebramos com muita alegria a vida de 

santidade de um dos quatro Evangelistas: 

São Marcos. Era judeu de origem e de uma 

família tão cristã que sempre acolheu aos 

primeiros cristãos em sua casa: “Ele se 

orientou e dirigiu-se para a casa de Maria, 

mãe de João, chamado Marcos; estava lá 

uma numerosíssima assembleia a orar” (Atos 

12,12).

A tradição nos leva a crer que na casa de São Marcos teria acontecido a Santa Ceia 

celebrada por Jesus, assim como dia de Pentecostes, onde “inaugurou” a Igreja 

Católica. Encontramos na Bíblia que o santo de hoje acompanhou inicialmente São 

Barnabé e São Paulo em viagens apostólicas, e depois São Pedro em Roma.
São Marcos na Igreja primitiva fez um lindo trabalho missionário, que não teve fim diante da prisão e morte dos amigos São Pedro e São Paulo. Por isso, evangelizou no poder do Espírito Alexandria, Egito e Chipre, lugar onde fundou comunidades. Ficou conhecido principalmente por ter sido agraciado com o carisma da inspiração e vivência comunitária, que deram origem ao Evangelho querigmático de Jesus Cristo segundo Marcos.
São Marcos, rogai por nós!
Fonte: https://santo.cancaonova.com/